“ … Também um padre jesuíta de considerável experiência da Zambézia lembrava como presenciara um grupo de bantos a ouvirem um fidalgo português a dedilhar na guitarra e ouvira um dos espectadores negros dizer aos companheiros: “Vês, estes selvagens têm instrumentos tal musicais como nós.” O jesuíta traduziu esta observação aos seus compatriotas que, nessa altura, acharam muita graça.

C.R.Boxer; A Igreja e a expansão Ibérica – ed. 70.

Ah. As Isonomias Palaciais.
Aquela atentada função das, nas vogais.

So?
Who do you no tonight, lazy and gentleman?
The echo is where in the back of the wodes; callhim forth!

J. Joyce – Finnegans Wake.

Lá p’ra julho
P’las Panateneias
Beba-se o tinto
Em vez das cervejas.

Duvido-te – Ó Hierão de Siracusa – a extensão de tais façanhas. Saciedade, saciedade.

Janelas, as janelas da partida, o espanto precoce das infinidades, quer dizer, tudo acaba – como se pudera contar a cor, o absurdo.

Rastos por detrás de uma cortina de água na submersa rocha dos limbos verdes … era “eu”, outro qualquer.

Mímicas, límpidas, suspenso sim, ai que ter, mais simples, sim, como o leite que corre, esse, vicissitudes, enfim.

Eu, também eu, sou aquele que conheceu os caminhos, através do céu, e o vento é o meu corpo, dali.

E.Pound – (trad. livre.)

A “circulação” visa o atingir do ponto morto, do reservatório, irrompe então, renascida, a linha que refresca o negócio.

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